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Privacidade

Como tratamos seus dados

O SINAL lida com dois tipos de gente: quem usa o produto para propor trabalho e quem recebe uma proposta para aceitar e pagar. Esta página explica o que acontece com os dados dos dois.

Última atualização: 1 de agosto de 2026

Documento em preparação. O SINAL ainda não está em operação e a empresa controladora ainda não foi constituída. Este texto descreve o tratamento de dados que o produto fará quando entrar no ar, e precisa de revisão jurídica antes de valer como política. Os endereços de contato e o prazo de resposta são provisórios.

Quem é o controlador

A pessoa jurídica controladora ainda está em constituição. Razão social e CNPJ serão publicados aqui antes do primeiro usuário real.

Para qualquer assunto de dados pessoais, incluindo o exercício dos direitos descritos abaixo, escreva para privacidade@sinal.app. O encarregado pelo tratamento de dados (LGPD, art. 41) será indicado nominalmente nesta página assim que a empresa for constituída.

Que dados coletamos

De quem usa o SINAL. Nome de exibição, nome do negócio e e-mail. O acesso é por e-mail e senha. A senha é guardada com hash pelo Supabase Auth, nosso provedor de autenticação, e o SINAL nunca a recebe nem a armazena em texto. Você também pode entrar com o Google; nesse caso recebemos do Google apenas o e-mail e o nome da conta.

Dos clientes que você cadastra. Nome, e-mail e empresa, conforme você digita. Esses dados são seus contatos comerciais: você é quem decide inseri-los, e nós tratamos a pedido seu.

Do texto que você cola. O briefing é guardado como você enviou. Ele frequentemente contém dado pessoal de terceiros — nome, telefone, endereço, detalhes de um projeto. Cole apenas o necessário: tudo que estiver ali será enviado ao provedor de inteligência artificial descrito abaixo.

De quem recebe a proposta. A página pública não pede cadastro. No momento de aceitar e pagar, o provedor de pagamento exige nome e CPF ou CNPJ do pagador para emitir a cobrança Pix. Esses dados são transmitidos ao provedor e não ficam guardados em nosso banco: retemos apenas o identificador que o provedor devolve, para conseguir conciliar o pagamento depois.

Do funcionamento do serviço. Registros técnicos de cada geração de proposta e de cada evento de pagamento, para auditoria e suporte. Esses registros não guardam conteúdo sensível: código Pix, documentos e credenciais nunca entram em log.

Não usamos ferramenta externa de analytics, não instalamos cookie de rastreamento e não vendemos, alugamos ou cedemos dados para publicidade. As métricas de produto saem do próprio histórico de eventos que o serviço já precisa manter para funcionar.

Para que usamos, e com que base legal

  • Operar sua conta e suas propostas — execução de contrato (LGPD, art. 7º, V).
  • Organizar o briefing em proposta — execução de contrato. É a função central do produto e você dispara cada geração manualmente.
  • Emitir e confirmar a cobrança do sinal — execução de contrato, e cumprimento de obrigação legal quanto aos registros financeiros (art. 7º, II).
  • Manter histórico de eventos financeiros — obrigação legal e legítimo interesse em auditoria e prevenção a fraude (art. 7º, IX).
  • Segurança do serviço — legítimo interesse: detectar abuso, uso automatizado e tentativa de acesso indevido.

Não tratamos dados para publicidade nem para perfilamento. Se algum dia formos usar seus dados para algo fora desta lista, pediremos consentimento específico antes, e você poderá recusar sem perder acesso ao produto.

Com quem compartilhamos

Compartilhamos apenas com quem é necessário para o serviço funcionar. Cada um trata os dados como operador, seguindo nossa instrução:

  • Provedor de banco de dados e autenticação — armazena sua conta, clientes e propostas.
  • Provedor de inteligência artificial — recebe o texto do briefing para devolver a proposta estruturada. É o único destino do conteúdo que você cola, e só recebe quando você dispara a geração.
  • Provedor de pagamento — recebe os dados do pagador e o valor para emitir a cobrança Pix e nos avisar quando ela é paga.
  • Provedor de hospedagem — executa a aplicação.

Podemos ainda fornecer dados a autoridade competente mediante ordem legal. Fora isso, ninguém mais recebe.

Parte desses provedores pode processar dados fora do Brasil. Quando o serviço entrar no ar, listaremos aqui cada operador pelo nome, o país de processamento e a salvaguarda aplicável à transferência internacional (LGPD, art. 33).

Por quanto tempo guardamos

  • Conta, clientes e propostas — enquanto sua conta existir.
  • Histórico de eventos financeiros — retido pelo prazo legal aplicável a registros financeiros, mesmo após o encerramento da conta.
  • Notificações recebidas do provedor de pagamento — o conteúdo bruto é descartado após o período de conciliação, preservando apenas identificador, tipo e data.

Uma observação honesta sobre exclusão: o histórico de eventos financeiros é imutável por desenho — é o que permite provar que um pagamento aconteceu e em que condições. Ao excluir sua conta, removemos e anonimizamos os dados de identificação, mas os registros de que uma transação ocorreu permanecem pelo prazo legal, sem identificar você.

Seus direitos

A LGPD (art. 18) garante a você, a qualquer momento e sem custo:

  • Confirmar se tratamos dados seus, e acessar esses dados
  • Corrigir dado incompleto, inexato ou desatualizado
  • Pedir anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário ou excessivo
  • Pedir portabilidade dos seus dados para outro fornecedor
  • Saber com quem compartilhamos seus dados
  • Revogar consentimento, quando o tratamento se apoiar nele
  • Se opor a tratamento feito com base em legítimo interesse

Escreva para privacidade@sinal.app. Respondemos em até 15 dias. Se o pedido vier de alguém que recebeu uma proposta e não tem conta conosco, atendemos do mesmo jeito — basta indicar o link da proposta.

Como protegemos

Segurança não é promessa genérica; abaixo está o que de fato está implementado no desenho do produto:

  • Isolamento entre contas — aplicado no próprio banco de dados, não apenas na aplicação. Uma conta não alcança dado de outra nem por erro de programação.
  • Link público não adivinhável — o endereço da proposta usa um token longo e aleatório, sem sequência. Despublicar troca o token e invalida o link anterior.
  • A página pública mostra o mínimo — quem abre o link vê escopo, prazo e valores. O briefing original, o resultado bruto da IA e identificadores internos nunca chegam até lá.
  • Segredos fora do navegador — chaves de integração existem apenas no servidor e nunca são registradas em log.
  • Log sem dado sensível — código Pix é mascarado; documento e credencial não entram.
  • Estado financeiro só muda no servidor — nenhuma tela pode declarar um pagamento como recebido. A confirmação vem do provedor e é reconferida na origem.

Sobre o uso de inteligência artificial

A IA do SINAL faz uma coisa só: ler o texto que você colou e devolver uma proposta estruturada. Ela não decide preço final, não publica nada e não emite cobrança. Toda proposta passa por sua revisão antes de existir para o cliente.

O texto do briefing é tratado como conteúdo a organizar, nunca como instrução ao sistema. Se a mensagem do cliente contiver algo parecido com um comando, ele é resumido como qualquer outro trecho, não executado.

Não há decisão automatizada com efeito jurídico sobre ninguém. Nada no produto aprova, recusa ou classifica pessoas.

Mudanças nesta página

Se mudarmos a forma como tratamos dados, atualizamos esta página e a data no topo. Mudança relevante é avisada por e-mail antes de entrar em vigor.

Dúvida sobre qualquer ponto? Fale com a gente.